Durante o programa, a cantora brincou sobre sua imagem pública, fez piada com a capa de seu novo álbum e apresentou performances marcantes de “Manchild” e “Nobody’s Son”.
Depois de Bad Bunny, que recentemente apresentou uma esquete inspirada em “Chaves”, foi a vez de Sabrina Carpenter assumir o comando do tradicional “Saturday Night Live”, um dos programas de maior audiência da TV americana.
No ar neste sábado (18), a estrela pop chamou atenção logo em seu monólogo de abertura, no qual fez piada sobre a forma como o público a enxerga.
“Todo mundo me vê como uma cachorra com tesão, mas tem muito mais em mim do que isso… Eu não só tenho tesão, eu também fico excitada, sou sexualmente ativa e amo ler. Meu livro favorito é a enciclopédia — é tão grande e duro”, disse Sabrina em tom de humor.
A cantora também ironizou a polêmica envolvendo a capa de seu novo disco, “Man’s Best Friend” (2025), e brincou com o fato de “prender” homens apenas por serem bonitos — uma referência a piadas recorrentes em seus shows.
Além do monólogo, Sabrina participou de esquetes cômicas e apresentou uma paródia de “The Fate of Ophelia”, sucesso de Taylor Swift, atual música número 1 do mundo.
No palco musical, ela performou o hit “Manchild” e fez a primeira apresentação televisionada de “Nobody’s Son”, ambas faixas do novo álbum.
Com humor afiado e atitude ousada, Sabrina Carpenter consolidou seu nome entre as artistas mais comentadas do momento — e transformou o SNL em mais um palco de sua versatilidade.
